Os primeiros registros sobre a ocupação do território de Americana datam do final do século XVIII e fazem menção a Antonio Machado de Campos, Antônio de Sampaio Ferraz, Francisco de São Paio e André de Santos Furquim, que se estabeleceram nas terras do Salto Grande, cultivaram a cultura da cana de açúcar e fabricaram açúcar e aguardente. Referindo-se a Antonio Machado de Campos, o autor Jolumá Brito diz “seu engenho era chamado de Quilombo e o Quilombo ficava mais ou menos na paragem na futura Americana”, foi o lugar onde nasceu hoje a cidade de Sumaré.
Como se sabe, as Sesmarias eram parcelas de terras doadas pela coroa Portuguesa a pessoas que se estabeleciam em uma determinada localidade. A regulamentação da propriedade era assegurada pelo tempo de moradia no local, casamento com filhas dos antigos povoadores, execução de benfeitorias tais como: cultivo de lavouras, construção de engenhos, casas, estradas e a defesa do local contra inimigos do governo português.
Existe referência à outra Sesmaria que pertencera a Domingos da Costa Machado, casado com a primogênita de Barreto Leme (Fundador de Campinas) D. Maria Barbosa do Rego. Esta Sesmaria ficava localizada entre os rios Atibaia e o Jaguari, o Salto Grande e fora obtida pela carta de doação de Sesmaria, de 02/04/1799. Corresponde portanto esta área à Fazenda Salto Grande.