Dicas Para Realizar Uma Boa Gestão

Boa Gestão

Uma boa gestão é decisiva para a sobrevivência de qualquer negócio, afinal, está associada ao gerenciamento e estruturação de diversos procedimentos. Dessa forma, desde os fluxos de trabalho até estratégias voltadas para a área financeira compõem este cenário.

 

Naturalmente, os setores podem ser divididos de formas variadas de acordo com o porte das corporações e é algo que tem impacto direto na gestão realizada e dinâmica exigida.

 

Por exemplo, áreas financeiras e de recursos humanos que fornecem relatórios para que os gestores possam tomar as decisões, porém, em pequenas empresas o sistema pode ser mais simples, com a redução de setores.

 

De qualquer forma, é preciso que exista atenção aos pontos principais que envolvem a gestão para evitar o comprometimento severo da empresa, independente de seu setor ou porte. Confira as dicas de maior destaque:

 

Elaborar um plano de negócios

 

Um plano de negócios é um dos recursos básicos para o funcionamento de qualquer empresa, uma vez que reúne informações como as metas, trajetos que podem ser seguidos para alcançá-las, situação de mercado, entre outras.

 

Dessa maneira, é possível obter dados mais sólidos para tomar decisões e consequentemente, seguir por caminhos mais favoráveis para a corporação de acordo com os objetivos estipulados.

 

Inclusive, é por meio de um planejamento adequado que os perigos podem ser mensurados de uma forma mais clara, em especial, devido a necessidade de realizar um estudo de mercado preciso, o que envolve táticas comerciais, concorrência, informações sobre clientes e soluções que a empresa pode oferecer.

 

Negociar adequadamente

 

Sem dúvidas, negociar corretamente é indispensável para os gestores e é algo que naturalmente, exige preparo para avaliar os mais variados cenários.

 

Basta imaginar uma empresa que produz bobina térmica para relógio de ponto, em que naturalmente, diferentes insumos e serviços são cruciais para os processos realizados.

 

Não só neste caso como em diversos setores, uma negociação adequada pode ser capaz de reduzir as despesas, principalmente ao se tratar de fornecedores.

 

É uma dica que pode estar associada com áreas distintas na empresa para que os benefícios sejam alcançados. No exemplo citado, um acordo mais vantajoso com fornecedores pode envolver um melhor uso de recursos financeiros, por exemplo, com pagamentos e prazos que tornem a proposta vantajosa para ambos.

 

Investir em capacitação

 

É importante que o gestor sempre busque melhorar, o que naturalmente tem relação com suas habilidades. No entanto, apostar na capacitação dos profissionais também tem um papel imprescindível nesse contexto.

 

Afinal, com as mudanças constantes no mercado, o investimento em melhorias nas empresas também é frequente, o que se reflete nas habilidades exigidas em relação aos funcionários.

 

Por exemplo, os profissionais empresa de manutenção de aparelhos hospitalares podem receber um treinamento para o uso de recursos mais avançados nas manutenções ou até mesmo palestras sobre o assunto que incentive o aprimoramento.

 

Além de garantir mão de obra qualificada, apostar no desenvolvimento dos colaboradores pode fazer com que se sintam mais valorizados e possam agregar um maior valor a empresa.

 

Priorizar o diálogo

 

Um diálogo aberto, que também abrange feedbacks, é essencial entre os gestores e os funcionários, pois permite ações como as seguintes:

 

  • Alinhamento de expectativas;
  • Abertura para tratar assuntos complexos;
  • Mais harmonia no ambiente;
  • Potencialização do bem estar.

 

Por exemplo, um fabricante de selo mecânico pode recorrer a reuniões dinâmicas com seus colaboradores ou conversas periódicas para se informar a respeito das impressões, desenvolvimento, possíveis queixas, entre outras possibilidades.

 

Há também grandes benefícios em trabalhar o hábito de apresentar feedback, não com foco nos negativos ou positivos, mas um diálogo construtivo que contribua com os colaboradores de forma geral.

 

Como a tecnologia pode contribuir com a gestão?

 

A inserção de recursos tecnológicos pode contribuir de maneira significativa com uma boa gestão, principalmente ao considerar as possibilidades de simplificar processos e torná-los mais rápidos.

 

Nesse contexto, um software comumente empregado é o de Planejamento de Recursos Empresariais, que corresponde ao sistema ERP (Enterprise Resource Planning).

 

Devido às possibilidades de integração de diversos setores e consequentemente informações, é possível contar com centralização de dados, que tem impacto em decisões mais ágeis devido a um acesso mais fácil e rápido ao conteúdo necessário.

 

Por essa razão, entre as alternativas que podem ser exploradas, se destaca a simplificação da gestão, de forma que os recursos da corporação podem ser trabalhados com maior eficiência.

 

Além de abordar os benefícios promovidos pelo ERP, é importante dar ênfase a necessidade de escolher com cautela devido às particularidades de cada empreendimento e nicho.

 

Por exemplo, uma empresa que vende filtro para compressor de ar direto para indústrias pode contar com um sistema desse tipo que tenha recursos voltados para as vendas do produto, controle do estoque, logística, entre outras possibilidades.

 

Diferentemente do que pode ser necessário em corporações que oferecem serviços, pois nesse caso os recursos são voltados para a administração das atividades e contratações, como em uma corporação que realiza manutenção preventiva geradores diesel.

 

Todavia, há um pontos cruciais para qualquer tipo de segmento, como elementos que atendam o faturamento, planejamento, gerenciamento de contatos, pós-venda, fluxo de trabalho, informações para análise de resultados e fatores associados a contabilidade.

 

Para garantir a segurança, também é interessante que o sistema selecionado conte com recursos de proteção de dados, além de mecanismos antifraude.

 

Os principais erros dos gestores

 

Sem dúvidas, cada empresa apresenta particularidades que devem ser consideradas ao estabelecer um modelo de gestão. 

 

No entanto, nesse cenário é válido citar que há alguns erros muito comuns que podem ser perigosos para os mais variados portes e segmentos econômicos, por exemplo:

Não atualizar os estudos de mercado

 

Ter conhecimento de mercado é um dos fatores indispensáveis para um bom plano de negócios, apresentado como uma das dicas anteriormente.

 

A questão é que não basta estudar o mercado a princípio e se esquecer do fato de que as mudanças são constantes, o que envolve não só a concorrência, como também os clientes.

 

Há setores em que as exigências podem ser mais rígidas em relação ao acompanhamento do mercado, como de treinamento de EPI (Equipamento de Segurança Individual), principalmente ao considerar que a aplicação desse tipo de item é submetida a uma série de normas.

 

Negligenciar o capital de giro

 

Em primeiro lugar, para uma melhor compreensão, é interessante citar que o capital de giro corresponde a basicamente, o investimento exigido para que a operação da empresa seja viabilizada.

 

Sendo assim, é um recurso significativo para a saúde financeira da corporação. Por exemplo, pode ser indispensável para que uma fabrica de sacolas plasticas em SP garanta os estoques e o pagamento de fornecedores.

 

Mesmo quando existe capital a empresa pode ser comprometida caso seja utilizado de maneira inadequada. Afinal, assim como nas finanças pessoas, os recursos das empresas são finitos e é preciso garantir o controle para prezar pela sobrevivência, evitando também grandes prejuízos.

 

Isso se deve ao fato de que com o capital comprometido ou inexistente o gestor pode  se deparar com a necessidade de buscar por fontes externas e é muito importante redobrar os cuidados para evitar um alto endividamento.

 

Postura centralizadora

 

Naturalmente, se trata de uma posição de grande importância para qualquer empreendimento, porém, ser um gestor não significa necessariamente resolver todos os problemas e administrar todos os processos de áreas variadas.

 

É algo que pode levar ao desgaste, comprometimento do fluxo de trabalho e indisposição para oferecer um bom suporte para os colaboradores.

 

Por esse motivo, é significativo detectar quais são as demandas que, de fato, devem ser atendidas pelo gestor e o que deve ser delegado.

 

Como exemplificação, pode-se citar um empreendimento que realiza manutenção de máquinas industriais. Em meio a uma atuação que foge do posicionamento centralizado, além de indicar atividades para os colaboradores, é possível prestar um suporte adequado para o planejamento dos serviços de manutenção.

 

Ainda mais, feedbacks construtivos sobre o desempenho da equipe podem ser transmitidos, assim como parcerias e investimento para que os colaboradores também possam se desenvolver com a empresa.

 

Não reconhecer o potencial da empresa

 

Expectativas e consequentemente ações incompatíveis com a realidade da organização podem resultar em grandes prejuízos.

 

É preciso respeitar as condições e principalmente, o tempo que determinados processos podem levar. As situações que essa falta de reconhecimento pode envolver são variadas.

 

Há casos em que o comprometimento com demandas muito superiores não atende o cenário real da corporação, da mesma forma que um grande potencial pode não ser reconhecido e oportunidades perdidas.

 

Nessa situação, além do estudo de mercado, é imprescindível fazer análises constantes e lembrar-se de que os investimentos em melhorias devem ser contínuos para garantir um desenvolvimento sustentável e um diferencial competitivo.

 

São dois objetivos básicos em relação ao mercado, afinal, formas não só de sobreviver, como também de se destacar podem divergir e encontrar os meios mais adequados está fortemente associado aos gestores.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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